quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dilma Rousseff é a terceira mulher mais poderosa do mundo, diz revista


22 de Ago. de 2012 às 17:22

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A presidente Dilma Rousseff ocupa a 3ª posição no ranking anual da revista 'Forbes' das mulheres mais influentes do planeta. A CEO da Petrobras Maria das Graças Silva Foster e a modelo Gisele Bündchen também aparecem na lista




A revista Forbes divulgou nesta quarta-feira, 22, a lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. A presidente Dilma Rousseff (64) aparece em terceiro, atrás da secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton (64) no ranking encabeçado pela chanceler alemã Angela Merkel (58).
A presidente Dilma,

domingo, 19 de agosto de 2012

Entre 38 países, o Brasil é hoje recordista no nível de tributação sobre os medicamentos vendidos nas farmácias sob prescrição.

Entre 38 países, o Brasil é hoje recordista no nível de tributação sobre os medicamentos vendidos nas farmácias sob prescrição.

A somatória das alíquotas de impostos federais e estaduais incidentes sobre o produto, de 28%, é três vezes maior que a média obtida entre os países do estudo.
Alguns, como Canadá, México e Reino Unido, têm alíquota zero sobre os remédios.

A constatação é de um estudo inédito elaborado pelo pesquisador Nick Bosanquet, professor de políticas de saúde do Imperial College, em Londres, que considerou os impostos sobre consumo em cada um dos países.

No Brasil, foram contabilizados o ICMS, imposto cobrado pelos governos dos Estados, e o PIS/Cofins, cobrado pelo governo federal.

O ranking faz parte de uma publicação da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que será divulgada amanhã.

GASTOS PESSOAIS

O nível recorde de tributação tem impacto direto no bolso dos consumidores, uma vez que, no mercado brasileiro, os gastos com remédios não são reembolsados pelo Estado ou pelos planos de saúde, como ocorre em países desenvolvidos.

No mercado farmacêutico brasileiro, cujo faturamento somou R$ 42,8 bilhões em 2011, segundo dados do instituto IMS Health, 71,4% do desembolso é realizado diretamente pela população.

Nos países europeus, de 10% a 15% dos gastos são assumidos pelo consumidor.

"O consumidor tira do próprio bolso para financiar seu tratamento e ainda paga o maior tributo do mundo", diz Antonio Brito, presidente da Interfarma. "A soma das duas situações é explosiva."

A eliminação de tributos sobre medicamentos prescritos pode aumentar as vendas em 2,5% a 5%, diz o estudo.

Esse impacto ocorreria sobretudo entre os consumidores de menor renda.

Dados do IBGE mostram que o desembolso das famílias de classe E em medicamentos é de R$ 7 por mês.

Os mais ricos gastam por mês R$ 97, enquanto a média nacional é de R$ 38,60.

"Esses números mostram que o acesso aos medicamentos depende exclusivamente da renda do brasileiro", afirma Brito.

ICMS

Segundo o tributarista Bruno Coutinho de Aguiar, do escritório Rayes e Fagundes, o grande vilão da tributação no setor farmacêutico é o ICMS. A alíquota do imposto dos Estados é de, em média, 17%.

"Um produto essencial como o medicamento tem uma alíquota maior que a de automóveis, por exemplo."

Marcelo Liebhard, diretor de assuntos econômicos da Interfarma, diz que, em muitos Estados, o valor arrecadado com o ICMS sobre medicamentos é superior à quantia gasta pelo governo na distribuição de medicamentos.

"Isso ocorre em São Paulo, onde são recolhidos R$ 3 bilhões de imposto."

Segundo os especialistas, o preço impeditivo faz com que cresçam as demandas na Justiça pedindo o fornecimento de medicamentos pelo governo. Estima-se que existam 200 mil processos na Justiça brasileira com esse tipo de solicitação.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Brasil Maior

A presidente Dilma Rousseff disse que os R$ 133 bilhões de investimentos previstos no Programa de Investimentos em Logística: rodovias e ferrovias, anunciado nesta quarta-feira, são decisivos para desatar vários nós. "Acreditamos que, com os R$ 42 bilhões que vamos aplicar duplicando 7,5 mil quilômetros de rodovias e também com os nossos investimentos de R$ 91 bilhões nas ferrovias, vamos recuperar nossa capacidade. Porque estamos resgatando um modal que por vários motivos esteve paralisado, que é o ferroviário", afirmou.
Dilma disse ainda que, com a criação do operador ferroviário independente, o País quer uma logística competitiva, que não tenha donos. "Que haja neutralidade entre quem oferece capacidade e quem transporta a carga. É a Valec comprando capacidade, portanto, reduzindo o risco do negócio". Dilma avaliou que o Brasil oferece hoje oportunidades "extraordinárias" de investimento.
Leia: Governo anuncia plano de concessões de rodovias e ferrovias de R$ 133 bilhões
"Digo a investidores que o Brasil tem ótimas oportunidades, com ambiente de estabilidade. As parcerias que estamos propondo hoje são muito atraentes em termos de rentabilidade e risco." Ela afirmou que o governo não está se desfazendo de patrimônio público para reduzir dívida ou fazer caixa.
"É para beneficiar a população e saldar uma dívida de décadas de atraso em investimentos de logística." "Nosso propósito com esse programa e com os que anunciaremos na sequência, para aeroportos e portos, é nos unirmos aos concessionários e reforçar o planejamento do Estado", completou.
Crescimento

domingo, 12 de agosto de 2012

Veja pediu a Cachoeira que grampeasse deputado
Por: Julio Gardesani (julio@abcdmaior.com.b)

Carlos Cachoeira escoltado por policias federais; bicheiro tinha ajuda da Veja para emplacar negócios criminosos. Foto: Divulgação
Carlos Cachoeira escoltado por policias federais; bicheiro tinha ajuda da Veja para emplacar negócios criminosos. Foto: Divulgação
Diretor da revista Veja, Policarpo Júnior, será convocado a depor na CPI do Cachoeira
Relatório preparado pelo deputado federal Dr. Rosinha, do PT do Paraná, e que será apresentado à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cachoeira na próxima terça-feira (14/08), coloca a revista Veja no centro das investigações que apuram o envolvimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos, como Demóstenes Torres (ex-DEM), cassado no início de julho. Publicado pela revista Carta Capital em reportagem de Leandro Fortes, o documento trará anexado o pedido de convocação do diretor da sucursal da Veja em Brasília, Policarpo Júnior, à CPI.

A matéria reproduz algumas conversas interceptadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo entre o próprio Policarpo e o bicheiro. Em uma delas, o jornalista pede, sem delongas, que Cachoeira grampeie um deputado da base governista: “É o seguinte, não, eu queria te pedir uma dica. Como é que eu levanto umas ligações aí do deputado Jovair Arantes?”, pergunta Policarpo ao contraventor.

“Vamor ver, uai. Pra quando? Que dia?”, pergunta Cachoeira. E Policarpo responde: “De imediato. Com a turma da Conab”. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) é ligada ao Ministério da Agricultura. O resultado do grampo: algumas semanas após a interceptação do áudio, gravado em julho de 2011, a revista Veja publica matéria denunciando esquema de corrupção na Pasta. Um mês depois, o ministro Wagner Rossi (PMDB) é demitido.

Em troca de grampos, fotos, vídeos e informações privilegiadas do mundo político e empresarial ao jornalista, Cachoeira derrubava reportagens negativas ao esquema contraventor, diretamente com Policarpo. Além disso, cunhou a imagem de “guardião da moral e da ética” de Demóstenes juntamente com a revista, o designado pela quadrilha no Senado.
Chantagem

No final de julho, a mulher do bicheiro, Andressa Mendonça, foi detida, acusada de chantagear o juiz Alderico Rocha Santos, responsável pelas investigações sobre a organização criminosa supostamente liderada pelo contraventor. De acordo com o próprio juiz, Andressa o ameaçou e teria dito que possui um “dossiê” contra o magistrado, preparado por Policarpo Jr. Caso o juiz não emitisse o alvará de soltura de Cachoeira, o suposto documento seria publicado na revista.

Alderico Rocha Santos deu detalhes da possível chantagem: “Doutor, tenho algo muito bom para o senhor. O senhor conhece o Policarpo Jr.? O Carlos contratou o Policarpo para fazer um dossiê contra o senhor. Se o senhor soltar o Carlos, não vamos soltar o dossiê”, teria dito Andressa. O juiz respondeu que não tinha nada a temer. (Com informações da Carta Capital).
FONTE ABCDMAIOR

domingo, 5 de agosto de 2012

muito interessante

sábado, 4 de agosto de 2012

cada povo tem seu governo que merece

Integração será gratuita até eleições

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

 

A cobrança pela integração nos terminais da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) em Diadema será iniciada apenas depois que terminar o período eleitoral. O primeiro turno da eleição está marcado para o dia 7 de outubro. Se houver o segundo, a votação será no dia 28. O motivo do adiamento é o temor de que a mudança, que gerou protestos, afete as candidaturas.
No dia 20, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) suspendeu a liminar que mantinha a gratuidade na integração dos ônibus municipais para o Corredor ABD, que liga a cidade a São Bernardo, Santo André e os bairros São Mateus, Jabaquara e Brooklin, na Capital. A baldeação era feita sem custos aos passageiros desde 1991.
O secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirma que ainda não levou a questão ao governador Geraldo Alckmin (PSDB). "Não queremos atropelar tudo em momento eleitoral. Essa atitude pode fazer com que se pense que nós estamos querendo prejudicar candidato A ou ajudar candidato B. Então, estamos tendo essa cautela", avalia.
Na opinião de Jurandir, a cobrança poderia gerar ‘"caos político" no município. "Às vezes fazemos algo justo, notório, que tem de ser feito, mas pode ser usado como um momento de levantar a população (contra o Estado). Vou analisar com muita calma antes de levar essa questão para o governador."
O secretário afirmou também que ainda não foi definido o valor pago pelo usuário para fazer a conexão. A proposta inicial feita pela EMTU à Prefeitura de Diadema, em novembro, era de cobrar R$ 1 em cada sentido de viagem. Em outros terminais onde há esse tipo de baldeação, são cobrados R$ 2,95. O preço total da passagem no corredor é de R$ 3,10. "Estamos reposicionando os valores, já que a discussão ocorreu toda entre o fim do ano passado e o início deste ano."
IMPASSE

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Falta de plano para lixo em em 90% dos municipios brasileiro

Falta plano para lixo em mais de 90% das cidades

Agência Estado

 

Falta plano para lixo em mais de 90% das cidades
Mais de 90% dos municípios brasileiros não produziram um plano para tratamento de lixo e resíduos industriais, o que põe em risco a meta de eliminar em dois anos os lixões. Previsto em lei, o documento passa a ser exigido pelo governo federal a partir desta quinta-feira como contrapartida para liberar recursos da União.
Dados do Ministério do Meio Ambiente mostram que apenas 291 cidades aprovaram um plano municipal de resíduos sólidos, enquanto 197 municípios ainda analisam projetos. Portanto, 488 das 5.565 prefeituras se habilitam a receber dinheiro federal para manejo do lixo, o que equivale a 8,8% das cidades.
Por amostragem, a Confederação Nacional de Municípios estimou que 49% das cidades nem sequer iniciaram a preparação do plano e outros 42% não o finalizaram. Entre as cidades que ainda não começaram, os principais motivos alegados foram a falta de recursos financeiros e técnicos e o desconhecimento da lei.
Os números são especialmente preocupantes, na visão de analistas, pois cabe aos municípios a gestão do lixo. Os documentos devem ter metas de coleta seletiva e um cronograma para a destinação adequada de resíduos hospitalares e industriais.
A capital paulista publicou anteontem seu plano, mas sem especificidades exigidas, como metas para coleta seletiva. A pressa em não perder acesso a dinheiro da União pode sair pela culatra porque o governo promete aceitar somente os documentos que cumpram todos os requisitos.
"Nós, do Ministério do Meio Ambiente, não achamos que é importante fazer cópia e cola de plano só para atender à exigência, tem de pegar mesmo o conteúdo mínimo", disse o diretor de Ambiente Urbano, Silvano Silvério. Para a pasta, os municípios que não concluíram os planos poderão apresentá-los mais à frente, no momento em que pedirem verbas da União.
A interpretação do governo foi elogiada por Simone Nogueira, sócia do Siqueira Castro Advogados responsável pela área de meio ambiente em São Paulo. "É uma adaptação do texto da lei à pratica, senão inviabilizaria." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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