terça-feira, 15 de maio de 2012

Inclusão social
Meu amigoque é caderante estava na calçada na porta de uma lanchonete aguardando sua namorada ,e uma senhora que saia do estabelecimento lhe jogou uma esfiha no colo ,Um deficiente visual entrou em uma loja para pedir uma informação,mas antes que dissesse algo uma vendedora logo avisou que não tinha nada para lhe dar.Nas portas das igrejas moedas são colocadas nas mãos de qulquer p...essoa que possui qulquer tipo deficiência não são necessariamente pedinte,quela velha cena do ceguinho pedindo esmola na rua "como unico meio de sobreviver,é totalmente ultrapassado lançando mão dos avnços da legislação e dos recursos tecnologicos que auxiliame/oupropiciam nossoa autonomia no mercado de trabalho engrssando o mercado consumidor e procurando execer nosso cidadania.Não queremos moedas ou esfihas mas a oportunidade para trabalhamos e recebemos nossos salários como qulquer outro trabalhador ...buscamos a convivência atravéz de nossa pontecialidadee não de nossas limitações,portanto caro leitor amigo aproveite esta otima noticia e pope suas moedas"...E atenção serão muitas poupadas afinal estima-se que haja cerca de 100 mil deficiente somente no ABCD paulista deficiente não é mais coitadinho
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